quinta-feira, 21 de março de 2013

FELICIDADE CLANDESTINA

(imagem retirada de ebooksgratis.com.br)


Este emocionante conto, relata a história de duas meninas de uma mesma pequena cidade porém, totalmente diferentes.

Uma é filha de um dono de livraria, gorda, baixa e extremamente maldosa, e a outra é magra, esguia, de cabelos loiros e de uma família simples, sem contar sua paixão pela leitura.

Certo dia, a menina maldosa comenta com as outras garotas que ganhou o livro "As Reinações de Narizinho" e a menina devoradora de livros o pede emprestado.

Então, a que possui o livro, diz para a colega passar em sua casa no dia seguinte, porém em um ato maldoso, todos os dias, quando a pobre menina chega para buscar o livro, fica sabendo que já foi emprestado á outra menina.

Essa situação sucedesse por diversos dias, até que a mãe da garota da livraria a questiona sobre a menina que vai todos os dias até sua casa e toma conhecimento de toda a história, entregando o livro a menina, que vive uma felicidade clandestina, pois não parece ser real para ela, conseguir o que tanto queria.

Síntese de minha autoria, produzido após orientação da professora Ilvanita, com o objetivo de aprofundamento em contos psicológicos.  

BIOGRAFIA DE CLARICE LISPECTOR

(imagem retirada de www.luzecalor.blogspot.com)

Clarice Lispector nasceu na Ucrânia, mas seus pais imigraram para o Brasil pouco depois. Chegou a Maceió com dois meses de idade, com seus pais e duas irmãs. Em 1924 a família mudou-se para o Recife, e Clarice passou a frequentar o grupo escolar João Barbalho. Aos oito anos, perdeu a mãe. Três anos depois, transferiu-se com seu pai e suas irmãs para o Rio de Janeiro.

Em 1939 Clarice Lispector ingressou na faculdade de direito, formando-se em 1943. Trabalhou como redatora para a Agência Nacional e como jornalista no jornal "A Noite". Casou-se em 1943, com o diplomata Maury Gurgel Valente, com quem viveria muitos anos fora do Brasil. O casal teve dois filhos, Pedro e Paulo, este último afilhado do escritor Érico Veríssimo.

Seu primeiro romance foi publicado em 1944, "Perto do Coração Selvagem". No ano seguinte a escritora ganhou o Prêmio Graça Aranha, da Academia Brasileira de Letras. Dois anos depois publicou "O Lustre".

Em 1954 saiu a primeira edição francesa de "Perto do Coração Selvagem", com capa ilustrada por Henri Matisse. Em 1956, Clarice Lispector escreveu o romance "A Maçã no Escuro" e começou a colaborar com a Revista Senhor, publicando contos.

Separada de seu marido, radicou-se no Rio de Janeiro. Em 1960 publicou seu primeiro livro de contos, "Laços de Família", seguido de "A Legião Estrangeira" e de "A Paixão Segundo G. H.", considerado um marco na literatura brasileira.

Em 1967, Clarice Lispector feriu-se gravemente num incêndio em sua casa, provocado por um cigarro. Sua carreira literária prosseguiu com os contos infantis de "A Mulher que matou os Peixes", "Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres" e "Felicidade Clandestina".

Nos anos 1970, Clarice Lispector ainda publicou "Água Viva", "A Imitação da Rosa", "Via Crucis do Corpo" e "Onde Estivestes de Noite?". Reconhecida pelo público e pela crítica, em 1976 recebeu o prêmio da Fundação Cultural do Distrito Federal, pelo conjunto de sua obra.
No ano seguinte publicou "A Hora da Estrela", seu ultimo romance, que foi adaptado para o cinema, em 1985.

Clarice Lispector morreu de câncer, na véspera de seu aniversário de 57 anos.

retirado de: http://educacao.uol.com.br/biografias/clarice-lispector.jhtm, acesso em 21 de março de 2013, as 18:50. 

Síntese da entrevista de Clarice Lispector á TV Cultura


Atividade realizada em 14 de fevereiro de 2013, orientada pela professora Ilvanita de Língua Portuguesa, com objetivo de conhecer melhor a vida e obra da autora Clarice Lispector.




A VIDA DE CLARICE LISPECTOR

No ano de 1977, dias antes de sua morte, Clarice Lispector deu sua última entrevista á TV Cultura.
Clarice, como a própria dizia, não era uma escritora, pois escrevia quando tinha vontade e fazia isso por prazer, não por obrigação.
Ela discordava de que sua escrita fosse de difícil compreensão e chegou a citar que para entender seus textos, precisamos sentir a mensagem que ele nos passa.
Durante toda a entrevista, Clarice permanecia fumando, ato que não contribuía para sua saúde e disse que estava cansada de si mesma.
Quando questionada sobre a diferença de escrever para crianças ou adultos, a autora disse que escrever para crianças é mais fácil, pois para escrever contos para adultos, tem que entrar em contato com seu mais profundo “eu”, ou melhor dizendo, com a mais profunda Clarice.
Com certeza, Clarice deixou e deixa saudades na literatura brasileira, por seu jeito inconfundível de escrita.

sexta-feira, 15 de março de 2013

REDESCOBRINDO MINHA CULTURA


Após assistir o documentário "Índios no Brasil", pude mudar a minha visão sobre os índios brasileiros, desde a sua cultura até o aparente sumiço dos índios.
O documentário tem a participação de pessoas de todo o país, tanto índios, quanto pessoas comuns, dando sua opinião sobre esses povos.
Antes desse vídeo, eu pensava que realmente os índios estavam desaparecendo gradativamente, que não moravam mais nas florestas, enfim, que estavam se transformando em pessoas como nós, que vivem em cidades grandes, se importam  mais com a tecnologia do que com a sustentabilidade, mas após o vídeo, vi que os índios continuam mantendo seus princípios de cuidado com a natureza, repondo tudo o que é retirado, e também continuando com sua cultura, mesmo estudando e trabalhando como nós.
Esse vídeo foi muito produtivo, pois descobri mais sobre nossa rica cultura.

Atividade orientada pelas professoras Ilvanita, de Língua Portuguesa, e Sueli de história. Fomos orientados a criar uma síntese após vídeo sobre a cultura indígena contando o que mudou em nosso ponto de vista.